sexta-feira, 17 de março de 2017

ESTAÇÃO DE SOLDA MÚLTIPLA PARA FERROS DE 30W

        Um projeto simples que vem atender as necessidades de quem utiliza mais de um ferro de solda, principalmente por possuírem pontas de formatos diferentes. 
       O circuito conta com chaves tipo alavanca de 6 terminais para seleção do ferro que será aquecido. O led foi colocado em paralelo com a carga, não notou-se variação significativa da intensidade do led, mesmo com o potenciômetro na posição mínima (essa característica pode variar com o dimmer utilizado). O bloco do controle de temperatura com dimmer não foi exposto, já que o dimmer foi comprado a baixo custo de uma loja de artigos eletrônicos usados. Porém, pode ser utilizado qualquer topologia que tenha um ajuste mais linear possível. A caixa utilizada para montagem foi a patola PB-209 por possuir espaço suficiente na traseira para colocação de 4 tomadas no padrão brasileiro.

quinta-feira, 16 de março de 2017

CIRCUITOS RESSONANTES LC



A ressonância é uma característica dos circuitos LC para responderem a somente uma determinada frequência. Assim, os circuitos ressonantes LC são muito utilizados em amplificadores sintonizados, entrada de receptores, armadilhas de harmônicos na sida de amplificadores de RF, circuitos osciladores, entre outros. O próprio cristal pode ser modelado como um circuito LC com uma bobina de Q elevado.


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

QUESTÕES COMENTADAS DE PROVA

EAGS 2017 - Estágio de Adaptação à Graduação de Sargento da Aeronáutica

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA CONCURSO EAGS DA FAB

Referências retiradas do Edital EAGS 2018:

BOYLESTAD, Robert L; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 8.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.

BOYLESTAD, Robert L. Introdução à Análise de Circuitos. 12.
ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012.

GOMES, Alcides Tadeu. Telecomunicações: transmissão e recepção AM FM: sistemas pulsados. 19.ed. São Paulo: Érica, 2002.

GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. 2.ed. rev. e ampl. São Paulo: Makron Books, 1996.

IDOETA, Ivan Valeije, CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de Eletrônica Digital. 40 ed. São Paulo. Érica, 2007

MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. 4.ed. São Paulo: Makron Books, v. 1 e 2, 1995.

PERTENCE Jr., Antonio. Amplificadores operacionais e filtros ativos. 6.ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.

SÁNCHEZ, Mariano; CORBELLE, José Antonio. Transmissão digital e fibras ópticas. São Paulo: Makron Books, 1994.

WIDMER, Neal S; TOCCI, Ronald J; MOSS, Gregory L. Sistemas digitais princípios e aplicações. 10.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.

YOUNG, Paul H. Técnicas de Comunicação Eletrônica. 5.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

MONTAGEM EM DISPOSIÇÃO POR CAMADAS



O espaço físico para a montagem de projetos pode ser crítica, até mesmo frustrante, principalmente quando o tamanho da placa não pode ser aumentado em demasia. Para os que fazem uso de caixas padrão de montagem, nota-se que a dimensão horizontal da placa é ajustada ao tamanho do gabinete, porém a dimensão vertical é normalmente negligenciada e assim não sendo aproveitada.
Nos antigos equipamentos valvulados era muito comum o empilhamento dos estágios, já que pelas grandes dimensões das válvulas o espaço disponível devia ser aproveitado ao máximo. Com a redução dos componentes eletrônicos, esse modelo de organização ficou esquecido, porém ainda é bastante útil principalmente para montagem de protótipos.
Abaixo é mostrado um exemplo de montagem das placas em disposição de camadas:

Figura 1 – Vista superior


Figura 2 – Separação por camadas

Observe na figura 2 a disposição das placas em camadas, com um gabinete de montagem padrão é facilmente distribuído na vertical uma altura de dois encapsulamentos TO-220 com dissipadores. Os separadores são feitos em madeira, mas podem ser confeccionados em metal com uma rosca interna de 3mm. Os parafusos usados foram autoatarrachantes de 3mm x 7mm, que podem ser conseguidos em gabinetes antigos de computador. Uma furação com a medida interna do parafuso deve ser feito para evitar trincamentos.
A montagem de placas com disposição em camadas consegue aproveitar muito bem as dimensões verticais dos gabinetes. Ainda pode ser utilizada em equipamentos definitivos, bastando para isso utilizar espaçadores em metal que são mais resistentes a vibração mecânica.

REUTILIZAÇÃO DA FONTE DE ALIMENTAÇÃO ATX



A fonte chaveada para computador ATX substituiu a antiga fonte AT, sendo a mais comum hoje em dia. É fácil encontrar uma fonte ATX “encostada” em casa ou em casas especializadas que vendem componentes eletrônicos usados. Porém, essa fonte pode ser reaproveitada para diversos projetos, principalmente de eletrônica digital, além de ser uma ótima opção de fonte de bancada.
A pinagem de uma fonte ATX é mostrada na figura abaixo:

Note que estão presentes as mais comuns tensões de alimentação usadas em na maior porte dos projetos, além disso, já vem disponível com tensões diferenciais. A corrente das fontes mais comuns pode chegar a 7A. Em alguns modelos a potência de saída pode chegar aos 800W. É importante destacar ainda que a maioria possui proteção contra curto-circuito que desliga automaticamente a fonte.
Para teste operacional ou adaptação aos projetos é muito simples, basta um jump no conector no pino PS_ON# (fio verde) para um pino de terra (fio preto). Com isso a fonte será ligada.
Pela facilidade de obtenção e seu baixo custo, principalmente para fontes reaproveitadas de computadores, sua utilização em projetos ou bancada torna-se uma opção bastante interessante.