quarta-feira, 19 de julho de 2017
sexta-feira, 17 de março de 2017
ESTAÇÃO DE SOLDA MÚLTIPLA PARA FERROS DE 30W
Um projeto simples que vem atender as necessidades de quem utiliza mais de um ferro de solda, principalmente por possuírem pontas de formatos diferentes.
O circuito conta com chaves tipo alavanca de 6 terminais para seleção do ferro que será aquecido. O led foi colocado em paralelo com a carga, não notou-se variação significativa da intensidade do led, mesmo com o potenciômetro na posição mínima (essa característica pode variar com o dimmer utilizado). O bloco do controle de temperatura com dimmer não foi exposto, já que o dimmer foi comprado a baixo custo de uma loja de artigos eletrônicos usados. Porém, pode ser utilizado qualquer topologia que tenha um ajuste mais linear possível. A caixa utilizada para montagem foi a patola PB-209 por possuir espaço suficiente na traseira para colocação de 4 tomadas no padrão brasileiro.
quinta-feira, 16 de março de 2017
CIRCUITOS RESSONANTES LC
A ressonância é uma característica dos
circuitos LC para responderem a somente uma determinada frequência. Assim, os
circuitos ressonantes LC são muito utilizados em amplificadores sintonizados,
entrada de receptores, armadilhas de harmônicos na sida de amplificadores de
RF, circuitos osciladores, entre outros. O próprio cristal pode ser modelado
como um circuito LC com uma bobina de Q elevado.
segunda-feira, 13 de março de 2017
domingo, 12 de março de 2017
sábado, 11 de março de 2017
FAST TRICKS #2 – SUBTRAÇÃO BINÁRIA UTILIZANDO SOMA
A: 1100
B: 0111
A-B = 1100-0111= 0101 Borrow = 0 (resultado positivo)
A-B = A + (complemento de B) + 1 = 1100
+ 1000 + 1 = 0101
Carry = 1 (resultado positivo)
quinta-feira, 2 de março de 2017
domingo, 26 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA CONCURSO EAGS DA FAB
Referências
retiradas do Edital EAGS 2018:
BOYLESTAD, Robert L; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 8.ed.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.
BOYLESTAD,
Robert L. Introdução à Análise de Circuitos. 12.
ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012.
GOMES,
Alcides Tadeu. Telecomunicações: transmissão e recepção AM FM: sistemas pulsados.
19.ed. São Paulo: Érica, 2002.
GUSSOW,
Milton. Eletricidade Básica. 2.ed. rev. e ampl. São Paulo: Makron Books, 1996.
IDOETA,
Ivan Valeije, CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de Eletrônica Digital. 40 ed.
São Paulo. Érica, 2007
MALVINO,
Albert Paul. Eletrônica. 4.ed. São Paulo: Makron Books, v. 1 e 2, 1995.
PERTENCE
Jr., Antonio. Amplificadores operacionais e filtros ativos. 6.ed. Porto Alegre:
Bookman, 2003.
SÁNCHEZ,
Mariano; CORBELLE, José Antonio. Transmissão digital e fibras ópticas. São Paulo:
Makron Books, 1994.
WIDMER,
Neal S; TOCCI, Ronald J; MOSS, Gregory L. Sistemas digitais princípios e aplicações.
10.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
YOUNG,
Paul H. Técnicas de Comunicação Eletrônica. 5.ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
domingo, 19 de fevereiro de 2017
MONTAGEM EM DISPOSIÇÃO POR CAMADAS
O espaço físico para a montagem de
projetos pode ser crítica, até mesmo frustrante, principalmente quando o tamanho
da placa não pode ser aumentado em demasia. Para os que fazem uso de caixas
padrão de montagem, nota-se que a dimensão horizontal da placa é ajustada ao
tamanho do gabinete, porém a dimensão vertical é normalmente negligenciada e
assim não sendo aproveitada.
Nos antigos equipamentos valvulados era muito
comum o empilhamento dos estágios, já que pelas grandes dimensões das válvulas o
espaço disponível devia ser aproveitado ao máximo. Com a redução dos componentes
eletrônicos, esse modelo de organização ficou esquecido, porém ainda é bastante
útil principalmente para montagem de protótipos.
Abaixo é mostrado um exemplo de montagem
das placas em disposição de camadas:
Figura 1 – Vista superior
Figura 2 – Separação por camadas
Observe na figura 2 a disposição das
placas em camadas, com um gabinete de montagem padrão é facilmente distribuído
na vertical uma altura de dois encapsulamentos TO-220 com dissipadores. Os
separadores são feitos em madeira, mas podem ser confeccionados em metal com
uma rosca interna de 3mm. Os parafusos usados foram autoatarrachantes de 3mm x
7mm, que podem ser conseguidos em gabinetes antigos de computador. Uma furação
com a medida interna do parafuso deve ser feito para evitar trincamentos.
A montagem de placas com disposição em
camadas consegue aproveitar muito bem as dimensões verticais dos gabinetes. Ainda
pode ser utilizada em equipamentos definitivos, bastando para isso utilizar
espaçadores em metal que são mais resistentes a vibração mecânica.
REUTILIZAÇÃO DA FONTE DE ALIMENTAÇÃO ATX
A fonte chaveada para computador ATX
substituiu a antiga fonte AT, sendo a mais comum hoje em dia. É fácil encontrar
uma fonte ATX “encostada” em casa ou em casas especializadas que vendem componentes
eletrônicos usados. Porém, essa fonte pode ser reaproveitada para diversos
projetos, principalmente de eletrônica digital, além de ser uma ótima opção de
fonte de bancada.
A pinagem de uma fonte ATX é mostrada na
figura abaixo:
Note que estão presentes as mais comuns
tensões de alimentação usadas em na maior porte dos projetos, além disso, já
vem disponível com tensões diferenciais. A corrente das fontes mais comuns pode
chegar a 7A. Em alguns modelos a potência de saída pode chegar aos 800W. É
importante destacar ainda que a maioria possui proteção contra curto-circuito
que desliga automaticamente a fonte.
Para teste operacional ou adaptação aos
projetos é muito simples, basta um jump no conector no pino PS_ON# (fio verde)
para um pino de terra (fio preto). Com isso a fonte será ligada.
Pela facilidade de obtenção e seu baixo
custo, principalmente para fontes reaproveitadas de computadores, sua
utilização em projetos ou bancada torna-se uma opção bastante interessante.
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